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Suíça ordena retorno de funcionários da embaixada em Kiev

Ucranianos treinando o uso de armas em meio a temores de uma invasão de tropas russas. Keystone / Alexander Chekmenyov

A embaixada da Suíça em Kiev permanecerá aberta apesar das ameaças de uma invasão de tropas russa. Entretanto, o governo recomenda que seus familiares retornem ao país.

Este conteúdo foi publicado em 14. fevereiro 2022 - 18:00
swissinfo.ch/mga

Em uma declaração publicada na segunda-feiraLink externo (14.02), o ministério suíço das Relações Exteriores (EDA, na sigla em alemão) desaconselhou viagens turísticas e não-emergenciais à Ucrânia devido às tensões atuais com a Rússia.

Outros países, incluindo Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, Austrália e Itália também recomendaram seus cidadãos a deixar a Ucrânia. Entretanto, as autoridades helvéticas não comentaram esta questão e ainda não ordenaram o retorno dos 257 cidadãos suíços residentes no país, exceto para seus familiares. A Embaixada da Suíça em Kiev permanecerá aberta como um ponto de contato para os cidadãos suíços. Alguns funcionários não essenciais da embaixada já optaram por voltar para casa.

A concentração de 100 mil soldados russos na fronteira ucraniana e os exercícios navais no Mar Negro aumentaram os temores de uma invasão russa nos últimos dias. Os esforços diplomáticos para evitar conflitos, incluindo reuniões entre diplomatas russos e americanos em Genebra, não conseguiram aliviar as tensões. "A Suíça observa com grande preocupação a pressão sobre a fronteira ucraniana e o perigo de uma escalada militar", declarou o porta-voz do EDA.

A declaração enfatizou que a Suíça permanece a favor de uma resolução pacífica e reiterou seu apelo para que a Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) desempenhe um papel ativo para garantir a segurança na região.

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