Navigation

Purevmaa, da Mongólia

Purevmaa não consegue mais imaginar sua vida fora da Suíça. 

Este conteúdo foi publicado em 22. fevereiro 2018 - 01:00

Desde 2005, ano de sua entrada na Suíça, Purevmaa oferece serviços domésticos para ganhar a vida.

"Muitos compatriotas encontraram um bom trabalho em Genebra. Eu decidi vir. Cheguei aos 24 anos, juntamente com outra garota da Mongólia. Seu irmão já estava aqui; ele nos hospedou e nos arranjou emprego ", conta ela.

"Como mulher", ela explica, "é fácil trabalhar em casas suíças e, felizmente, meus empregadores sempre me trataram muito bem", diz a jovem mãe.

"Eu conduzo uma vida correta, sem dívidas; e meu marido e eu podemos sustentar nossa família com o que ganhamos ", diz ela. Nessas circunstâncias, ele decidiu apresentar seu pedido para regularização no âmbito do projeto Papyrus. O sindicato interprofissional SIT a ajudou a preparar todos os documentos necessários.

"Reuni-los demorou três meses, mas a parte mais difícil foi aguardar seis meses para saber a decisão." "Eu estava muito angustiada", ela confessa. Seu pedido foi aceito. Uma recusa teria significado sua expulsão.

Os comentários do artigo foram desativados. Veja aqui uma visão geral dos debates em curso com os nossos jornalistas. Junte-se a nós!

Se quiser iniciar uma conversa sobre um tema abordado neste artigo ou se quiser comunicar erros factuais, envie-nos um e-mail para portuguese@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Modificar sua senha

Você quer realmente deletar seu perfil?